27 de janeiro de 2022
7 dicas de gestão financeira para PMEs
A gestão financeira para PMEs é um dos pontos-chave para garantir o bom funcionamento da sua entidade. Esta entrada explica quais elementos você deve levar em consideração.
7 conselhos de gestão financeira para PMEs que você precisa conhecer
A gestão financeira é a capacidade de gerenciar corretamente os recursos da sua empresa. Além do que você vende, é fundamental que você gerencie o que a empresa possui, pois isso impacta positivamente na sua gestão.
A empresa pós-industrial precisa ter como prioridade vender, certo, mas em um ambiente tão competitivo como o atual e com margens tão reduzidas, as questões relacionadas às finanças são cruciais. Ter um bom fluxo de caixa ou maiores possibilidades de financiamento lhe proporcionará uma vantagem adicional, por exemplo.
Há uma série de conselhos que podem te ajudar a melhorar sua gestão. Os aspectos mais relevantes são os seguintes:
1. Ter claras as métricas
As métricas que você utiliza para a gestão financeira da sua empresa precisam ser úteis, claras e fáceis de implementar. O mais importante, no âmbito financeiro, é saber quanto você vende, seus clientes, a rentabilidade por cliente, seu fluxo de caixa, seu ROI (Retorno sobre o Investimento), índice de endividamento e os lucros.
Em resumo, todos esses dados te ajudarão a ter uma visão real do estado financeiro da empresa. Selecionar bem as métricas é, também, uma forma de não perder tempo com informações pouco relevantes.
2. Seja rigoroso com o pagamento aos fornecedores
Os pagamentos aos fornecedores devem ser sempre tratados como prioritários, e isso por várias razões. Em primeiro lugar, porque esta é a maneira de não ter problemas com os estoques e não comprometer seus fluxos. Por outro lado, e não menos importante, porque será mais fácil negociar descontos de preço se você for pontual.
Portanto, cumprir em tempo e forma com seus pagamentos aos fornecedores deve ser inegociável. Isso é algo que, a longo prazo, você notará de forma positiva. Um dos detalhes que demonstram a solvência de uma empresa é, precisamente, o pagamento aos fornecedores.
3. Reduza seus custos e revise-os
A redução de custos é uma premissa de toda empresa, mas também é importante revisá-los. Isso implica, por exemplo, que você deve revisar seus gastos continuamente e compará-los com meses ou exercícios anteriores. Uma pergunta que você deve se fazer é: realmente gasto no que preciso?
Outro aspecto que você deve fazer em paralelo é a verificação do mercado. Afinal, o contexto geral externo lhe dará pistas para saber onde você pode economizar. Sempre há algo onde você pode economizar alguns reais e isso é crucial para o resultado final.
É importante destacar que a redução de custos não se deve, unicamente, a uma má gestão anterior. O descompasso temporal é possível e se atualizar o quanto antes também representa um diferencial.
4. Revise seu financiamento externo
O financiamento externo ao qual você recorre é uma fonte recorrente de despesas. Nesse caso, é importante que você preste atenção a questões como o estado dos seus empréstimos, créditos e apólices. E, além disso, que você se certifique de que seu nível de endividamento está dimensionado com o que você precisa.
Além disso, é recomendável que, se precisar de financiamento, verifique os juros que vai pagar. Esta é uma questão que faz a diferença e que, a longo prazo, é perceptível. Muitas empresas falem por falta de manobra financeira, por isso este é um tema crucial. Além disso, não pagar um empréstimo em tempo e forma tem outras consequências negativas, como a inclusão em arquivos de inadimplentes ou a não concessão de novos financiamentos.
Nos últimos anos, surgiram novas formas de financiamento como as empresas fintech ou o crowdlending. É bom consultar essas possibilidades, desde que sejam vantajosas para você.
5. Verifique periodicamente seus resultados
A verificação periódica de seus resultados permitirá saber se você está fazendo as coisas corretamente. É verdade que, para isso, você deve levar em conta o contexto econômico global, mas é uma das variáveis mais confiáveis da sua gestão financeira.
Lembre-se de que seus resultados não estão relacionados apenas com o que você vende, mas também com sua gestão de custos. Portanto, é uma magnitude que você deve comparar sempre que possível. A realidade é que essa questão é central para que você possa melhorar sua gestão financeira. Sem ter onde comparar, você estará no escuro e isso multiplica suas chances de errar.
A eclosão do Big Data e dos ERP permitiram que esse processo seja mais rápido. Agora é possível comparar não apenas exercícios, mas dias e meses de exercícios sucessivos.
6. Gerencie as cobranças com diligência
Os pagamentos têm que ser diligentes, mas as cobranças ainda mais, se possível. É fundamental que você tenha um histórico de cada cliente para saber se está pagando em tempo e forma. E, evidentemente, convém que você faça um lembrete se um cliente atrasar. Além disso, essa informação deve servir para parar de trabalhar com aqueles clientes que não ofereçam garantias.
As tensões de tesouraria têm a ver, muitas vezes, com esse descompasso entre pagamentos e cobranças. Em consequência, e como princípio geral, você terá que ter bem claras as datas e limites para evitar problemas.
7. Incorpore um software de gestão integral
O software de gestão é uma das ferramentas chave para que você possa conhecer de forma rápida e real o estado financeiro da sua empresa. O ERP SAP Business One permite realizar a gestão financeira de forma ágil e eficaz, consultando a informação pontualmente.
Hoje em dia, a automação é um caminho sem retorno e é aplicada pela prática totalidade das empresas. Contar com a informação de primeira mão é necessário para tomar decisões e essas ferramentas facilitam isso.
Conclusão
As diretrizes que indicamos de gestão financeira para PMEs permitirão que você seja mais competitivo. E, certamente, o investimento em software de gestão é uma questão estratégica. Na SEIDOR Business One contamos com várias soluções adaptadas à idiossincrasia da sua empresa.
Share