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30 de dezembro de 2024

Desafios da cibersegurança em ambientes híbridos

Com o aumento da inteligência artificial e da digitalização, as empresas buscam se adaptar a modelos de operação mais flexíveis. Esses ambientes híbridos, que misturam infraestrutura física e serviços na nuvem, oferecem às organizações o melhor dos dois mundos: a capacidade de aproveitar a agilidade e escalabilidade da nuvem enquanto mantêm certos recursos sensíveis em infraestruturas locais. Mas nem tudo são vantagens.

Essa mesma flexibilidade apresenta uma série de problemas em termos de cibersegurança em ambientes híbridos, já que a superfície de ataque se amplia e as ameaças se diversificam. Neste artigo, abordaremos alguns dos grandes desafios que sua adoção representa e como gerenciá-los adequadamente.

O que são os ambientes híbridos e por que apresentam um desafio único?

Um ambiente híbrido combina a infraestrutura tradicional on-premises com serviços na nuvem, permitindo às empresas distribuir cargas de trabalho entre ambos conforme suas necessidades. Às vezes, as organizações também optam por um ambiente multicloud, aproveitando vários provedores de nuvem pública para maximizar a flexibilidade e as capacidades específicas de cada serviço.

No entanto, embora um ambiente híbrido ofereça grandes benefícios, a maioria relacionada com uma maior flexibilidade, otimização de custos e uma capacidade de resposta mais rápida, também acarreta riscos que nem toda organização está preparada para assumir.

A principal razão é que a mistura de diferentes infraestruturas e a constante transferência de informações entre elas aumentam os pontos de entrada vulneráveis para os atacantes, como veremos ao longo do artigo. Nesses casos, os dados fluem entre servidores locais e nuvens públicas ou privadas.

Ao expandir a superfície de ataque de uma organização, qualquer vulnerabilidade em um dos sistemas poderia comprometer toda a rede, uma vez que gerenciar a cibersegurança de ambientes híbridos com diferentes plataformas e tecnologias pode complicar a visibilidade e o controle sobre a segurança.

Desafios específicos da cibersegurança em ambientes híbridos

A maioria dos desafios em cibersegurança das empresas está diretamente relacionada com a exposição de suas infraestruturas. Para abordá-los, estes são os pontos que qualquer organização é obrigada a tratar em termos de cibersegurança em ambientes híbridos:

Maior superfície para ciberataques

A fusão de infraestruturas locais com a nuvem transfere a atenção que devem prestar de seus servidores físicos para as instâncias de nuvem que estão utilizando. Cada novo componente ou ponto de conexão introduz uma potencial vulnerabilidade, que pode ser explorada para injetar malware ou realizar acessos não autorizados.

Por exemplo, as interfaces de programação de aplicações (API), que conectam os sistemas locais com a nuvem, podem ser exploradas se não estiverem bem configuradas ou atualizadas, por isso a proteção desses pontos se torna uma prioridade para manter a integridade dos dados.

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Dificuldade na gestão precoce de vulnerabilidades

Em um ambiente híbrido, as atualizações de segurança, patches e novas configurações frequentemente devem ser coordenadas entre diferentes fornecedores e plataformas, aumentando a complexidade da gestão de vulnerabilidades para garantir a cibersegurança dos ambientes híbridos.

Autenticação e controle de acesso mais complexos

O acesso a diferentes aplicativos e dados de uma organização a partir de vários locais e dispositivos requer sistemas de autenticação mais robustos e flexíveis. Embora a coordenação entre diferentes infraestruturas possa resultar anárquica, devem ser implementados métodos avançados para controlar a entrada ao ambiente, como a autenticação multifator (MFA) ou as políticas de acesso baseadas em funções.

Por esta razão, a gestão de identidades em relação à cibersegurança de ambientes híbridos deve ser coerente, garantindo que cada usuário tenha os privilégios corretos sem criar brechas de segurança no processo.

Gestão de fornecedores

A cibersegurança em ambientes híbridos não se limita à própria infraestrutura da empresa. Os provedores de serviços na nuvem, terceiros com acesso a sistemas críticos e parceiros também intervêm na equação. A relação entre a empresa e seus provedores deve estar baseada na transparência e na confiança, mas também no cumprimento de normas e boas práticas de segurança.

Para garantir a segurança, as empresas devem realizar uma cuidadosa seleção de seus fornecedores como meio para assegurar que cumprem com as mesmas medidas de proteção. Da mesma forma, os acordos de nível de serviço devem incluir cláusulas detalhadas sobre as responsabilidades e prazos de atuação diante de incidentes.

Maior risco de interceptação durante a transferência de informação

Se não forem implementados protocolos de segurança adequados, como a criptografia de ponta a ponta ou a adoção de redes privadas virtuais, os atacantes podem interceptar informações sensíveis enquanto se movem entre sistemas. Seja qual for a operação a ser realizada, deve-se garantir a integridade dos dados para evitar alterações que possam comprometer a segurança ou o desempenho das infraestruturas empresariais.

Dificuldade para ter uma visão integral do estado da infraestrutura

A combinação de diferentes tecnologias e plataformas pode fragmentar a capacidade de monitorar e detectar ameaças em tempo real. Sem uma visibilidade completa, é mais difícil identificar anomalias ou comportamentos suspeitos, o que pode atrasar a resposta a incidentes. A adoção de ferramentas que unifiquem a supervisão de ambientes locais e na nuvem é, portanto, necessária para poder agir de maneira proativa diante de possíveis ameaças.

Complexidade para manter todos os sistemas atualizados

Manter os sistemas atualizados e corrigidos contra vulnerabilidades conhecidas torna-se ainda mais complexo quando falamos de um ambiente híbrido. Isso se deve à dificuldade inerente à coordenação de atualizações entre diferentes infraestruturas, por isso as empresas devem garantir que todos os componentes estejam protegidos com as últimas medidas de segurança.

SEIDOR: o parceiro estratégico para garantir a cibersegurança em ambientes híbridos

A crescente adoção de ambientes híbridos obriga as organizações a contar com especialistas em cibersegurança que compreendam as complexidades desses ambientes, ao mesmo tempo que ofereçam soluções personalizadas. A SEIDOR oferece serviços especializados de resposta a incidentes (CSIRT) com um enfoque híbrido para detectar e mitigar ameaças em tempo real utilizando tecnologias avançadas como a inteligência artificial e o machine learning.

Essas tecnologias melhoram a capacidade de resposta a ciberataques, além de facilitar a identificação proativa de vulnerabilidades antes que possam ser exploradas. Seja através de soluções on-premises ou por meio de seu serviço na nuvem, a SEIDOR garante que as empresas possam operar com confiança em ambientes híbridos, sabendo que sua segurança está em mãos experientes. Tudo isso por meio do desenvolvimento de soluções inovadoras adaptadas às necessidades de cibersegurança de ambientes híbridos.

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