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20 de março de 2023

Talento TIC feminino

Há poucas mulheres no setor tecnológico, mas a verdade é que nos últimos anos tem havido avanços, principalmente para ter maior diversidade e dar mais visibilidade às mulheres nesta indústria. E, nesse sentido, a Espanha pode se orgulhar.

Diretivas espanholas

São muitas as diretoras espanholas que, nos últimos anos, ocuparam diversos cargos de responsabilidade em diferentes empresas do setor. De fato, a tecnologia em nosso país pode se orgulhar de ser um dos setores com mais diversidade e oportunidades.

Microsoft, de fato, tem sido uma das empresas onde o talento feminino tem sido mais visível. Rosa García foi sua diretora geral de 2002 a 2008, quando passou a ser vice-presidente da Microsoft Western Europe. (Posteriormente, em 2011, ela se juntou à Siemens como presidente e Conselheira na Espanha).

A promoção de García dentro da Microsoft trouxe María Garaña (atual vice-presidente da Adobe para EMEA) à frente da delegação ibérica. Cargo que também foi desempenhado por Pilar López Álvarez de 2015 até 2021. Agora ela é a vice-presidente de vendas, marketing e operações na Europa Ocidental.

No Google, por sua vez, a filial espanhola está sob a liderança de Fuencisla Clemares desde novembro de 2016, após cinco anos de experiência na corporação. Além disso, a espanhola Sofía Benjumea lidera o Google for Startups na Europa, Oriente Médio e África.

Se olharmos para a Meta, Irene Cano é quem lidera a empresa desde 2012, quando ascendeu a esta posição depois de ter liderado as vendas na antiga Facebook.

Não apenas software

A presença de mulheres na alta direção das empresas tecnológicas na Espanha não ocorre apenas no campo dos produtos de consumo ou de software. O setor de hardware também é liderado, em algumas ocasiões, por elas.

É o caso, por exemplo, da IBM, que também teve várias mulheres à frente da filial espanhola. Uma das primeiras foi Amparo Moraleda, que liderou a empresa de 2005 a 2008. Em 2012, Marta Martínez assumiu essa mesma responsabilidade, cargo que ocupou até 2020, quando a empresa a nomeou diretora-geral da IBM para Europa, Oriente Médio e África. Ela foi a primeira mulher a ocupar esse cargo.

Na HP também tiveram Helena Herrero como presidente e CEO da empresa em nosso país até alguns meses atrás. Ela ocupou esse cargo desde que a empresa se dividiu em duas (HP e HPE). Após sua nomeação como presidente para o Sul da Europa, Oriente Médio e África, é Inés Bermejo quem assume o comando do fabricante em nosso país.

Enquanto isso, a japonesa Fujitsu tem à frente de sua filial espanhola María Ángeles Delgado. Cargo que ocupa desde 2011, após ter desempenhado diversas responsabilidades na delegação.

Na também nipônica Xerox apostaram em Mariola Martínez para que fosse sua presidente em nosso país desde 2021. Um cargo que, além disso, ela combina com o de vice-presidente de Software e Serviços para o Canal na EMEA.

Outros exemplos

Mas não são as únicas referências do talento TIC feminino que existem em nosso país e que são visíveis a partir desses cargos de alta direção.

Assim, María José Talavera dirige as rédeas da VMware desde 2012 como diretora geral, enquanto Pilar Torres é a principal executiva da Atos para Espanha e Portugal.

Na Red Hat, enquanto isso, confiam em Julia Bernal desde 2017 para liderar a empresa em nosso país. Cargo ao qual ela chegou apenas um ano após sua chegada à companhia.

Outras referências

Além de todos os nomes que foram mencionados, há outros que, seja por terem ocupado cargos de alta direção nas empresas tecnológicas do nosso país anos atrás ou por sua trajetória, também são referências.

Por exemplo, Isabel Aguilera. Esta diretora foi a diretora geral da Espanha e Portugal no Google de 2006 a 2008, tendo sido muito antes diretora geral da Dell.

Enquanto isso, Nuria Oliver é uma renomada pesquisadora sobre tudo o que tem a ver com Inteligência Artificial e sua aplicação para alcançar um desenvolvimento mais humanitário da tecnologia.

São apenas alguns dos muitos nomes que demonstram que, apesar de o setor tecnológico ainda precisar lutar por uma maior participação feminina, existem muitas referências nas quais as mais jovens e as meninas podem se inspirar.

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